O Balé do 4º Centenário teve seu valor, mas principalmente para bailarinos amadores.
Eu sou a favor de tudo que seja bem feito, clássico sim, contemporâneo sim, teatro sim, expressão corporal sim, tudo é sim. Nada é não, tudo é bem feito e deve ser aceito, quando é mal feito nada é válido.
Não se deve limitar a arte jamais.
O brasileiro é mais harmonioso, tem uma elegância natural, ele tem o dom de se mover com uma certa graça, mas ele não é muito disciplinado.
Quando a gente diz que a pessoa está iluminada, sim ela esta iluminada, mas ela estudou com muito critério a coordenação, como um passo se inicia e como ele termina. E tudo isso vai criando a tal aura que o bailarino tem.
Este sou eu.